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Prometeu

12/03/2009
Crianças espiritualizadas tendem a ser mais saudáveis


Diversas pesquisas já verificaram que pacientes adultos que rezam apresentam menor incidência de problemas de saúde como doenças ou ataques cardíacos, cirrose e enfisema. Mas há poucas pesquisas referentes aos efeitos da espiritualidade em crianças e adolescentes. Dois estudos feitos com pacientes portadores do vírus da Aids e com problemas renais usuárias de serviços de hemodiálise, veificaram que as que mantém algum tipo de atividade espiritual ou têm alguma religião tendem a apresentar melhores resultados ao tratamento de suas doenças. Foram pesquisados pacientes portadores do vírus da Aids de 7 a 17 anos, verificando-se seus sintomas, número de internações e presença de células T, muito importantes no sistema imune. A maior presença de células T foi encontrada em crianças que frequentavam alguma religião (iam a locais como igrejas, templos etc). Os pacientes que realizavam hemodiálise tinham entre 6 e 20 anos, e foram submetidos a um questionário que media sua escala de espiritualidade, e tiveram monitorados diversos elementos de seu sangue, tais como linfócitos, albumina, uréia, fósforo etc. Houve uma correlação negativa entre espiritualidade e a presença de níveis séricos de uréia (blood urea nitrogen - BUN), que se tornam danosos a partir de certo nível.

Os estudos foram apresentados por Barry Nierenberg, professor da Nova Southeastern University, em Fort Lauderdale (EUA), durante uma conferência nacional do setor de Rabilitação Psicológica da Associação Americana de Psicologia, em 27 de fevereiro, na cidade de Jacksonville, Flórida (EUA). Ele alerta que o estudo sugere que a fé e a espiritualidade possa ter, em crianças e adolescentes, os mesmos efeitos que têm em adultos, porém alerta que são necesários mais estudos a esse respeito. Ele afirma, por exemplo, que é necessário comparar o padrão comportamental desses pacientes com sua religiosidade, já que a religião e fé podem não ser causa e sim efeito (os mais otimistas poderiam ter maior tendência a uma vida espiritual). Além disso, há questões relevantes como o fato de que pacientes que se sentem melhor podem ficar mais dispostos a sair e ir à igreja, por exemplo, o que poderia relativizar os resultados de parte da primeira pesquisa.

Veja também:

Divulgação da apresentação dos estudos pelo Medical News

Pàgina de Barry Nierenberg

Palavras-chave:
Epidemiologia, pediatria, doenças renais, fé, religião

 

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